Ser Mãe. Para a grande maioria das mulheres, um momento único e de grande realização. Nesta fase, as atenções estão voltadas ao Ser Mãe. O casal se une com este objetivo comum, mas é a mulher que vive esta experiência de forma mais intensa. Este núcleo de atendimento reúne especialistas para acompanhá-la desde a concepção, a gestação, o parto e os primeiros anos de vida dos filhos. Meu bebê está bem? Parto normal ou cesárea? Vou sentir dor? Amamentar vale a pena? Questões como essas serão discutidas e esclarecidas e o mais importante - você terá a segurança e tranquilidade para viver cada momento de forma intensa e inesquecível.
Núcleos de Atendimento Vie!
O Parto na Clínica Vie!
Por: Dra. Flavia Kronfly
Chegou o grande momento! Quanta emoção! Emoção com ansiedade, talvez medo... medo daquilo que desconhecemos, do novo! Nós da equipe médica da Clinica Vie! garantimos a você que este será um acontecimento mágico, do qual você guardará recordações maravilhosas! Recordações com peso de eternidade e dimensão sagrada! Acredite e curta cada momento! São momentos únicos e especiais... feitos prá vocês!
Acompanharemos cada detalhe ao seu lado, com profissionais treinados e experientes para garantir o seu bem-estar e o do bebê. Envolva-se e deixe-se levar! É com você mamãe!!!
Perguntas Frequentes:
Qual o melhor parto? Normal ou cesariana?
O melhor parto é aquele que trará o bebê em segurança, assim como a mamãe. E cada caso é único e deverá ser avaliado em particular.
Quando viajamos, o piloto consulta as condições meteorológicas e faz um plano de vôo. Muitas vezes, ele precisa alterar a rota inicialmente proposta por se deparar com situações imprevistas, não é mesmo? Não importa se ele escolhe o caminho A ou B. O importante é aterrizar com segurança e todos os passageiros chegarem bem!
O mesmo acontece com a via de parto. A não ser que haja alguma situação que já contra-indique o parto vaginal (listaremos abaixo*), todo o parto a princípio pode ser vaginal ou dito “normal”.
Muitas mamães sentem-se culpadas e tristes quando não têm uma boa evolução para parto normal e o bebê acaba chegando ao mundo pela cesárea. Não deixe que isto aconteça com você! Da mesma forma que no exemplo da viagem, confie no seu obstetra e na sua decisão de estar escolhendo o melhor caminho. Não importa se o bebê nasce “por cima” ou “por baixo”, importa nascer bem! Estejamos felizes nas duas situações!
Algumas contra-indicações para o parto vaginal:
• Feto pélvico (sentado)
• Desproporção céfalo-pélvica (entre cabeça do bebê e bacia da mãe)
• Sofrimento fetal agudo (falta de oxigenação para o bebê)
• Pressão alta descompensada com risco de convulsão materna (eminência de eclampsia)
• Falta de dilatação do colo do útero
O que é o Parto Humanizado?
São muitas as interpretações para esta questão.
A nosso ver, humanizar o parto é acompanhar a gestante no seu processo natural de parturição, assistindo-a e criando condições propícias para um nascimento saudável, evitando-se intervenções médicas desnecessárias. Não significa que precisa haver dor, descontrole, medo.
E também tornar o parto um momento mais acolhedor, elegendo-se profissionais mais próximos (no que tange a afetuosidade com o paciente) e criando-se um ambiente agradável e propício à chegada do bebê, com luz indireta e música ambiente.
A música tem papel relevante. Torna única as vibrações da sala de parto, eleva o ambiente e induz o bom comportamento de todos os que participam daquele momento, como falar baixinho e caminhar sem pressa. Música tranqüila acalma e transforma o ambiente e as pessoas que ali estão!
A paciente, por sua vez, tem aumentado o seu poder de concentração no objetivo de “dar a luz”, reúne forças, e movida pela musicalidade tão agradável, consegue o tão esperado momento: fazer nascer o seu bebê!
Como ter parto normal sem dor?
É possível que a gestante participe ativamente do nascimento sem sentir dor, percebendo as contrações uterinas e tendo força suficiente para ajudar na evolução do trabalho de parto até o nascimento do seu bebê.
Pois bem, como já foi dito no capítulo “Anestesia”, isso é realidade e rotina em nosso trabalho!
Quando e como é feita esta analgesia?
Quando?
Sabemos que o trabalho de parto caracteriza-se por contrações rítmicas, que acontecem em intervalos de tempos iguais, com aumento progressivo da intensidade e do desconforto sentido pela paciente. Inicialmente, as contrações são referidas como cólicas leves que vão aumentando. Para que consigamos objetivar a dor, usamos um “score” de 0 a 10, e a paciente de tempos em tempos avalia o seu desconforto e atribui uma nota neste score.
O anestesista instala a analgesia no momento em que o desconforto estiver saindo do tolerável pela paciente. Não há necessidade de sentir dor incontrolável!
Se o trabalho de parto está muito no início e a dilatação ainda é pequena, a analgesia nesta hora pode desfavorecer a evolução do mesmo. Banhos com água morna (se possível utilização de banheiras), massagens, Yoga e exercícios respiratórios ao som de música relaxante, exercícios com bola de Pilates, aliviam o desconforto e permitem postergar o momento da instalação da analgesia. Nossa enfermagem obstétrica estará a postos neste momento para orientá-la e trazer alívio através das técnicas citadas.
Como?
Na maioria das vezes se faz o chamado “duplo bloqueio”, ou seja, uma raquianestesia e uma anestesia peridural combinadas.
A raquianestesia tem a função de relaxar e anestesiar a musculatura do períneo, facilitando a dilatação do colo do útero, a descida e o encaixe do bebê.
A peridural associada, minimiza a dor das contrações, porem permite que a paciente perceba o endurecimento do útero e possa ajudar a fazer força durante as mesmas. Se o trabalho de parto é prolongado, o anestesista pode acrescentar mais anestésico por um cateter que é deixado no espaço onde se faz esta etapa da analgesia.
Assim, você mamãe, junto com o papai, participa de todos os momentos que precedem o nascimento de seu bebê, colaborando e assistindo o seu parto, sem dor ou sofrimento. Simplesmente fantástico!